terça-feira, 22 de abril de 2008

I'll by myself

O finde foi incrível. Um blogueiro dos mais queridos veio de Brasília e pudemos nos conhecer pessoalmente. E a noite promovemos um encontro que virou grande encontro com surpresas e tal e tudo. É que Marion esteve presente com husband, Ual and incredible friends, a ruiva tão amada... e até mesmo a Miss Kattie que de súbito se juntou a nós. O blog desde o início sempre teve grande importância na minha vida... através dele já me apaixonei, já fiz amigos de verdade, já tive amigos passageiros... pessoas e pessoas que já passaram por mim através dessas páginas aqui. E das melhores, sempre. Eu que sempre fui reticente a conhecer pessoas pela net encontrei o meu melhor remédio. É que, diferentemente de bate-papos, de sites de caça e o escambau, o blog obriga as pessoas a nos acompanharem... e ae não dá, só fica quem gosta mesmo... Tudo bem que depois de anos, essa é a primeira vez que eu ignoro (ou tento) um pouco as opiniões alheias para alimentar um espaço só meu, só pra mim, só pra minhas loucuras... sejam quais forem e digam o que disserem... eu sou assim, né? E estou tentando assumir...

O fato - e contraste - é que hoje o dia começou cedo, confuso, estranho... e eu que sempre tive lá uma relação estranha com o clima posso afirmar que ele às vezes me resume. Bem, depois de três semanas sem, eu compareci no novo escritório da psico e retomamos algumas coisas que estavam paradas. Primeiramente retomamos um exercício onde eu tinha que recortar umas fotografias e colá-las num sulfite. E eu que não sou nada bobo já fui logo analisando as coisas, mesmo sabendo que é uma bobagem. Eu em primeiro plano, amigos na parte superior, lembranças, e a família lá embaixo... discretinha. Uma das pautas foi justamente essa. E por mais triste que possa parecer eu salientei um ponto importante. Estou sozinho. Não sozinho de não ter pessoas. Não. Mas sozinho de não poder contar com ninguém - ou com ninguém em especial. Talvez seja em parte por essa crise financeira que se abateu por aqui, ou por todas essas confusões e batalhas que tenho que enfrentar sozinho. Não dá. Não dá pra contar, nem esperar... nada... de ninguém. Tenho que batalhar sozinho e correr atrás... e eu corro... fazer o que? Mas que é triste é... e eu sou canceriano, né? Enfim...