terça-feira, 22 de abril de 2008

Woman Touch

Ponto 01: Sempre achei no mínimo curioso o sexo entre duas mulheres. É de uma sutileza, uma delicadeza sem igual. Mesmo que eu não tenha noção alguma sobre as formas, os toques, os lugares. O corpo feminino é de uma poesia famigerada no momento do ato. Uma vibração interior que se reflete em cada sensível projeção. E tenho por mim que nada como uma parceira para dar as flechadas certeiras. Palavra!

Ponto 02: Não, não tenho o menor interesse em transar com mulheres. E culpa simplesmente da falta do volante principal do sexo: o tesão. Quem dera fosse eu um bissexual convicto. Imagine as possibilidades, amplitudes, experiências. No mínimo admirável, eu diria. Deus sabe o que faz!

Ponto 03: E leitoras, não me venham com aquele papo de "faltou a cantada certa". Pelo contrário, foram várias e algumas até irrecusáveis. Mas não tenho o menor talento, mesmo. Diria até que meu sexo é algo talvez pré-concebido, algo que talvez viva mais no campo das idéias do que na vida real. E nessas idéias mulheres não se incluem. Infelizmente! Ou até que alguém diga o contrário, não?

Ponto 04: O porque desse papo agora? Sei lá, é que a Laila me fez querer ver até o fim (e com vontade!) uma produção que nada se assemelha com aquelas horrorosas gravações comerciais de locadora feita quase que exclusivamente para homens. Onde duas putas não fazem outra coisa a não ser gemer e se tocar - mal e histéricamente - com aquelas imensas unhas postiças. Veja aqui e diga se estou mentindo!